segunda-feira, 2 de março de 2015

BOA VISTA DO BURICÁ: Administração Municipal adquiriu ônibus escolar

Na tarde de sexta-feira, 20 de fevereiro, a Administração Municipal de Boa Vista do Buricá, recebeu o segundo ônibus escolar do Contrato de Financiamento junto ao Banco do Brasil no âmbito do Programa Caminho da Escola, no valor de R$ 369.240,00 (Trezentos e sessenta e nove mil, duzentos e quarenta reais). A autorização de crédito se deu por intermédio da Lei Municipal nº 60/2013, de 13 de agosto de 2013. O ato de recebimento do ônibus escolar contou com a presença do Prefeito em Exercício Vilmar Horbach e o Gerente do Banco do Brasil de Boa Vista do Buricá Clodoaldo Marquezin.
Atualmente o município conta um uma frota de 5 ônibus escolares, sendo 3 deles O Km.
Fonte: Assessoria de Imprensa



Série Prata: ABELC apresenta equipe para temporada 2015 no dia 2 de março

Assessoria de Imprensa ABELC

A Equipe da Associação Boa-vistense de Esporte, Lazer e Cultura (ABELC),  foi fundada no ano de 2013 e participou pela primeira vez na Série Bronze no ano 2014 e conquistou o vice-campeonato, ou seja, em sua primeira participação na modalidade.
Na segunda-feira, 2 de março, será realizada a apresentação da equipe oficial da ABELCque irá disputar neste ano de 2015 a Série Prata. Na oportunidade conforme o Diretor de Futebol Balta serão apresentados os patrocinadores do time. O evento será realizado no ginásio de esportes São José de Boa Vista do Buricá e terá início às 19 horas. Torcedores, comunidade em geral, imprensa local e regional estão sendo convidados para se fazerem presentes neste importante evento esportivo que marcará de maneira especial o ponta pé inicial da ABELC na Série Prata.
Segundo informação do diretor de Futebol Balta, a grande maioria dos atletas da temporada passada permanece no elenco 2015 da ABELC, mas, também serão apresentados reforços para este ano. Outra confirmação é referente à renovação com a equipe da comissão técnica, também responsável pelo sucesso da equipe na temporada passada.

Caminhoneiros realizam protesto na BR 472 em Boa Vista do Buricá

Débora Thomaz

O preço abusivo dos combustíveis, o alto valor cobrado nos pedágios e a precariedade das estradas foi o que motivou um grupo de caminhoneiros de Boa Vista do Buricá a bloquear a BR 472, nas proximidades do trevo de acesso à Boa Vista do Buricá no domingo dia 22 de fevereiro.

A categoria reivindica a diminuição no preço dos combustíveis, menos cobrança de impostos e mais segurança nas estradas.
A mobilização iniciou por volta das 7h30min. O trânsito foi liberado a cada duas horas, pelo período de aproximadamente 10 minutos. Somente  ambulâncias e casos especiais, como mulheres grávidas e pessoas idosas tiveram passagem liberada.
Os protestos continuaram na segunda e na terça-feira nas proximidades do Posto do Vilson. O trânsito foi liberado para os veículos de passeio, ônibus e ambulâncias. A manifestação também teve o apoio de agricultores do município.
Na quarta-feira, a Polícia Rodoviária Federal foi acionada pela Presidência da República para desarticular o movimento dos caminhoneiros em rodovias federais no Rio Grande do Sul.
Uma decisão judicial determinou que os caminhoneiros permitissem a passagem de caminhões transportadores de leite e derivados pelas rodovias da região.
No fim da manhã de quarta-feira (25), os patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal de Ijuí, acompanharam o oficial de justiça que trouxe a notificação para o grupo de caminhoneiros que lidera o movimento na BR 472 em Boa Vista do Buricá.
As manifestações devem seguir pelos próximos dias.



Cadastros para o Programa Minha Casa Minha Vida Entidades já podem ser feitos no CRAS

Assessoria de Imprensa

Na noite de terça-feira, 24 de fevereiro, foi realizada na Câmara Municipal de Vereadores de Boa Vista do Buricá, uma reunião aberta para os interessados em participar do Programa Minha Casa Minha Vida Entidades. A reunião contou com a presença do Prefeito Antonio Mota, Presidente do Legislativo Carlos Diesel, Vereador Vilson Leidemer, Secretário do Planejamento Diogo Martini, Secretário de Administração Vanderlei Dimas Hoelscher, Secretária de Desenvolvimento Econômico Carla Christ, Darcizo Garcia da Silva Presidente da Associação Casa Nova, entidade vinculada a Caixa Econômica Federal e responsável pela execução do projeto, funcionários do órgão, Diretora da Assistência Social Karine Braun e representantes da Secretaria de Assistência Social. Mais de 120 pessoas participaram do evento em busca de informações.
O Prefeito Municipal Dr. Antonio Mota ressaltou na oportunidade a importância social do Projeto Minha Casa Minha Vida Cidades Entidades que será desenvolvido pela Administração Municipal em parceria com a Caixa Econômica Federal através do Ministério das Cidades. Mota destacou que serão construídas através deste projeto 50 casas populares no Bairro João de Barro.
O Presidente da Associação Casa Nova entidade vinculada a Caixa Econômica Federal Darcizo Garcia da Silva repassou informações e critérios de como funcionará o programa e a seleção dos beneficiados.
Segundo Darcizoo “Programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades, foi criado em 2009, com o objetivo de tornar a moradia acessível às famílias organizadas por meio de cooperativas habitacionais, associações e demais entidades privadas sem fins lucrativos.
O programa, ligado à Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, é dirigido a famílias de renda familiar mensal bruta de até R$ 1.600,00 e estimula o cooperativismo e a participação da população como protagonista na solução dos seus problemas habitacionais”.
Os interessados em participar do Minha Casa Minha Vida Entidades, deverão buscar maiores informações e realizar o seu cadastro no CRAS Bem Me Quer, até o dia 20 de março de 2015. O CRAS está localizado na Avenida São José, no segundo andar do CFC Mário Machado.

Fraudes, falta de pagamento, preço e exclusão preocupam produtores de leite

Vanderlei Lermen

Desde que começou a ser deflagrada a operação Leite Compen$ado – pelo Ministério Público gaúcho –, no primeiro semestre de 2013, veio à tona um problema muito maior do que se imaginava na cadeia do leite do Estado. Até 2014 foram sete fases da operação que colocaram à prova o alimento produzido no Estado. As fraudes constatadas mobilizaram a opinião pública, influenciando também a queda do consumo e uma repercussão negativa na imagem do leite produzido no Rio Grande do Sul.
Como se isso não fosse suficiente, na outra ponta, o preço pago ao produtor baixou e empresas acusadas de estarem envolvidas nas fraudes não conseguiram pagar os produtores – a Fetag estima que 20 mil famílias gaúchas estejam com pagamento em atraso. Em todo o Estado, são mais de 120 mil famílias que trabalham com a atividade, também de acordo com a entidade.
O cenário de crise que se instaurou na cadeia leiteira tem deixado lideranças preocupadas, afinal, os agricultores familiares dependem fortemente da renda oriunda desta cadeia produtiva – sem contar no impacto para a economia dos municípios, cujo comércio também se movimenta em torno dessa receita.
Reflexos na economia da falta de
 pagamento do leite à produtores
A falta de pagamento da produção de leite aos agricultores gera reflexos na economia regional. Segundo O engenheiro agrônomo da EMATER/RS ASCAR, Escritório Regional de Santa Rosa, Ivar José Kreutz, são mais de 2500 agricultores que terão perdas reais em função dos calotes. “Alguns vão receber 20%, alguns 50% e também outros que produziram leite por dois ou mais meses sem receber nada. Tem agricultores que além de não receber pelo leite, agora estão sendo acionados na justiça pelas fábricas de ração. O entendimento que havia é de que a compradora de leite era a repassadora da ração, algo que se mostrou um equívoco. Nesta conta não esta o sub preço. Como funciona isto? Com a saída do mercado de alguns grupos, outras empresas estão ocupando o espaço, praticando um preço aviltante, não raras vezes inferior a R$ 0,50/l. É a verdadeira instituição oportunista de uma situação assombrosa para os agricultores de nossa região”.
A cadeia do leite tem um impacto muito forte sobre toda a economia local. “Boa parte dos recursos gerados são aplicados (gastos) na localidade. Logo, todos os setores da economia vão ser atingidos. Os pequenos municípios tendem a sentir um impacto maior” – destacou.
Pequenos podem ser excluídos
A crise que atinge a cadeia produtiva do leite no estado não se reflete apenas na falta de pagamento aos agricultores e no fechamento de indústrias do setor.
Os pequenos produtores estão em uma situação que parece não ter saída. São vários fatores que influenciam na dificuldade do aumento da escala de produção de leite, como o tamanho da propriedade, mão-de-obra ou estrutura suficiente para aumentar a produção, por canta disso, eles podem desaparecer do mercado. Em alguns municípios, produtores com produção inferior a 100 litros de leite por dia estão sendo desprezados pelas empresas do setor.
Na microrregião fronteira Noroeste Missões existem 17403 famílias produzindo leite. A região produz 1,7 milhão de litros de leite por dia nas 17,4 mil famílias, o que dá uma média de produção por propriedade de 97,72 litros segunda dados da EMATER.
Se a exclusão realmente se concretizar, metade das famílias da região perderão suas fontes de renda.
Ivar Kreutz da EMATER destaca que já não pode mais ser tratado como risco de ficar para trás, e sim uma constatação. “Será necessário que todos os setores da comunidade local se unam, construam propostas concretas para evitar a exclusão e em segundo momento, constituam um sistema de produção que permite a viabilidade na atividade ao longo dos anos com qualidade de vida. Isso significa menos opção para as famílias de agricultores para ficar na terra e é arrasador para as perspectivas dos jovens”.
A exclusão dos agricultores representará um grande impacto na economia regional. “Isso vai representar a falência de inúmeros outros setores que eram parceiros daqueles que transformavam pasto em comida humana de excelente qualidade. É muito menos dinheiro girando em nossas comunidades. Também atua diretamente sobre o ânimo dos empreendedores rurais, diminuindo as perspectivas regionais” – destacou.
Para Ivar, uma pergunta que não quer calar é: Afinal, depois da exclusão do leite, qual a opção para a agricultura familiar de nossa região?
Sindicatos se mobilizam em
defesa dos produtores de leite
Cerca de 1.500 pessoas oriundas de 20 municípios gaúchos participaram no dia 20 de fevereiro de mobilização em Guarani das Missões. Motivados pela crise na cadeia leiteira que atinge todo o Estado, o grupo de produtores e integrantes da Fetagsaíram da Praça João Paulo II, onde concentraram-se a partir das 9:00 horas, e percorreram a pé dois quilômetros e meio até o trevo da BR-392 que dá acesso ao município. Durante a manifestação, os produtores fecharam a rodovia durante 15 minutos duas vezes, a primeira ao meio-dia e a outra às 13 horas. Houve assembleia e distribuição de aproximadamente 100 litros de leite a famílias carentes da localidade, além de entrega de documento com a pauta de reivindicações da Fetag à prefeita de Guarani das Missões, Janete Dauek, e ao deputado estadual Elton Weber.
A Federação está empenhada em chamar a atenção da população urbana e da sociedade sobre os problemas que vem sendo enfrentados pelo setor.
O presidente do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Boa Vista do Buricá e Nova Candelária, Eliseu Locatelli esteve participando, juntamente com representantes da administração municipal e produtores da mobilização. Segundo ele foram discutidas diversas ações e iniciativas para buscar melhorias nas condições da cadeia leiteira. Entre as principais reinvindicações estão:
- Buscar junto ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a concessão de bônus para pagamento dos custeios pecuários vinculados à área do leite;
- Concessão de bônus de adimplência no custeio pecuário e imediata liberação de linha de crédito específica para socorrer os produtores de leite que não receberam ou receberam parcialmente pela produção entregue, nos moldes do crédito emergencial concedido aos agricultores atingidos pela estiagem em 2012.
- Formalizar, via contrato, a relação comercial entre produtores e indústrias, bem como de um cadastro das empresas e freteiros junto às prefeituras municipais como forma de trazer maior proteção aos produtores de leite.
- Cobrar dos deputados federais da região e do Estado na tramitação e aprovação das mudanças na legislação que trata da lei de falências e recuperação judicial, priorizando os fornecedores de matéria-prima como credores preferenciais.
- Agilidade do governo federal na compra de leite em pó do RS, bem como manutenção de aquisições contínuas como forma de escoar o produto gaúcho, evitando super oferta local;
- Suspensão temporária das importações por 90 a 120 dias até equilibrar a oferta interna de leite no país;
- Liberação imediata por parte do Governo do Estado, do programa de Forrageiras de inverno.
Na pauta de reivindicações também estavam assuntos que envolvem diversos problemas sentidos e vividos pelos agricultores:
- Liberação de recursos para pagamento de parcelas atrasadas na habitação, liberação para os contratos assinados e não liberados e mais recursos para casas novas;
- Alterações no Programa Nacional de Crédito Fundiário;
- Ampliação para todos os municípios da distribuição de protetor solar.
Dados dos municípios em 2014
Os municípios de São José do Inhacorá, Nova Candelária e Boa Vista do Buricá tem uma produção média de leite por propriedade ao dia de 153,75 litros. A produção diária nos três municípios é de cerca de 151.600 litros.
O quadro abaixo traz algumas informações sobre a produção de leite nos municípios. Os dados são da EMATER.


Crianças e adolescentes aos olhos do CRAS VIVA BEM – Nova Candelária

Assessoria de Imprensa

Com o objetivo inicial de acolher famílias em situação de vulnerabilidade social, o CRASVIVA BEM (Centro de Referência da Assistência Social) de Nova Candelária trabalha atualmente para identificar e estimular as potencialidades locais, proporcionar melhoriasna qualidade de vida das famílias que vivem na comunidade e auxiliar os grupos sociais para que os usuários tenham seus direitos garantidos.
No mês de setembro de 2012 o CRAS VIVA BEM começou a receber recursos do Governo Federal para a execução das atividades pelo programa PAIF (Programa de Atendimento Integral a Família) e para a criação de um Centro de Referência da Assistência Social no município, mas desde o mês de março do mesmo ano, já eram realizados trabalhos para habilitar o SUAS (Sistema Único de Assistência Social) em Nova Candelária.Como forma de promover a inclusão social de crianças e adolescentes em situação de
vulnerabilidade social, por meio da Arte e da Cultura, desde o ano de 2013 a equipe do CRAS desenvolve os projetos “Aprender Brincando” e “Arte e Cultura”. Ambos os projetos contam com atividades de expressão corporal, recreação, teatro, música, dança, criação de histórias e de brinquedos.
Tendo a integralidade de cada indivíduo como um dos propósitos dos trabalhos desenvolvidos, os projetos atendem cerca de 130 crianças e adolescentes por semana. O projeto “Aprender brincando” atende crianças do município de 6 a 12 anos. Nas terças e quartas-feiras, em turno inverso da escola, crianças do interior e da cidade, em horários distintos, vão até o CRAS para participar de aulas de dança e outras atividades recreativas, ambas ofertadas e ministradas por monitores capacitados em cada área. Já o projeto “Arte e cultura” beneficia adolescentes de 13 a 17 anos com oficinas de dança, capoeira e música. Com cronograma similar ao do projeto para as crianças, o “Arte e cultura” também possui horários diferenciados para adolescentes do interior e da cidade, pensado dessa forma para poder melhor atender a demanda de alunos. Para quem reside no interior, a ida até o CRAS é feita com o transporte fornecido pela Administração Municipal, apoiadora dos projetos.
Além destes, outros trabalhos também são realizados com crianças e adolescentes, como exemplo, a abordagem do Estatuto da criança e do adolescente, temas polêmicos e pertinentes à questão familiar.
Para a equipe do CRAS, o trabalho exige dedicação e humanismo. A Assistente Social Liandra Ely Krevercomenta que “trabalhamos com várias demandas, entretanto é necessário se colocar no lugar dos usuários e ver a sua realidade como num todo. O trabalho exige uma visão diferenciada, não é permitido ter senso comum”.
A equipe de referência do CRAS de Nova Candelária é formada por uma coordenadora, uma técnica Assistente Social, técnica Administrativa e quatro monitores contratados. O trabalho coletivo tem o objetivo comum de fortalecer as famílias usuárias dos serviços do CRAS e, no caso de Nova Candelária, prevenir o aumento do número de famílias em situação de vulnerabilidade social.
Como forma de fortalecer os vínculos familiares, comunitários e sociais dos cidadãos atendidos pelo CRAS, no início deste ano a equipe de referência passou de casa em casa para convidar as crianças e adolescentes do município a participarem dos projetos que serão desenvolvidos neste ano de 2015.

BOA VISTA DO BURICÁ: Aulas na rede municipal iniciaram na segunda-feira

Assessoria de Imprensa

O ano letivo 2015 iniciou nesta segunda-feira, 25/02, na rede municipal de Boa Vista do Buricá. O Prefeito em Exercício Vilmar Horbach e a Secretária de Educação, Márcia Eckert, realizaram na manhã de hoje visitas as escolas municipais São José e Pe. Schlosser.
O Vice-Prefeito Vili e a Secretária Márcia Eckert deram boas vindas aos alunos e professores e desejaram a todos um ótimo ano letivo.